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O PSDB está sofrendo a maior crise de sua história. A principal causa desta crise é a competição narcisica entre Serra e Aécio, que chegou ao paroxismo no último fim de semana.

 

1. Serra faz duras criticas ao partido, que considera vitima de nada mais nada menos que 4 transtornos: regionalismo, mercadismo, colunismo e bovarismo. Além disso, acusa alguns colegas de agirem contra o erário. Depois deste poderoso ataque narcisico só resta ao Serra mudar de partido.

 

2. Aécio, num evento em Manaus  rebate as criticas de Serra e faz uma desfesa radical da Zona Franca de Manaus, criando assim uma área de conflito com o Governador Alckmin.

 

3. E para coroar essa incrível trapalhada dos tucanos, FHC declara publicamente que se Eduardo Campos disputar o 2º turno com a Dilma, isso não será nenhuma tragédia. Só faltou o Tucano Mor, que alguns estão chamando grosseiramente de “tucanalha”, antecipar a vitória da Dilma.

 

Psicanalista Social  

 

   4 matérias que revelam os transtornos narcísicos do PSDB

 

Matéria 1 - Aécio rebate críticas e alfineta Serra: 'Eu falo bem do PSDB e mal do PT'

Pré-candidato tucano abandona discurso conciliador e questiona postura do ex-governador paulista

09 de novembro de 2013 - Débora Bergamasco - Enviada especial - O Estado de S. Paulo

MANAUS - Pré-candidato tucano à Presidência, o senador Aécio Neves (MG) rebateu neste sábado as críticas do ex-governador José Serra ao PSDB, desencadeando uma crise no partido. O mineiro abandonou o discurso conciliador que marcava a superfície da relação entre ambos nesta manhã.

"Cada um contribui com o partido do jeito quer pode. Eu estou aqui em Manaus falando bem do PSDB e mal do PT, né? Agora, não me acho a melhor pessoa para falar de complexos." Na sexta-feira, durante um evento com a juventude tucana na capital paulista, Serra fez várias críticas ao partidos que, segundo ele, sofre a síndrome do "bovarismo" e "tem necessidade de ser aceito pelo PT".

O ex-governador ainda criticou o discurso programático do PSDB, as disputas regionais do partido e chegou até a afirmar que muitos tucanos "trabalham contra o erário", sem citar nomes. Apesar de ter dito que estava fazendo uma autocrítica do PSDB, Serra afirmou aos jornalistas depois do evento que seus comentários foram "suprapartidários".

Matéria 2 -  Para Serra, PSDB sofre de 'bovarismo'

 09 de novembro de 2013 - PEDRO VENCESLAU E CARLA ARAÚJO - Agência Estado

No momento em que o senador Aécio Neves articula com o PSDB a antecipação da escolha do seu nome como candidato do partido à Presidência em 2014, o ex-governador José Serra, que também pleiteia a vaga, fez ontem críticas ao partido e censurou indiretamente o rival - que é presidente nacional da legenda.

Durante um evento em São Paulo organizado pela juventude tucana, ele dividiu suas queixas em quatro pilares: "regionalismo", "mercadismo"."colunismo" e "bovarismo". O ex-governador citou o clássico Madame Bovary, de Gustave Flaubert, para dizer que o PSDB tem a síndrome do "bovarismo" porque "tem necessidade de ser aceito pelo PT".

"Que me desculpem as mulheres, pois a coisa é mais complexa do que isso. Mas o problema da Madame Bovary é querer ser ser aceita pelo outro lado. Ela vai à loucura, quebra a família e trai o marido com Deus e todo mundo para ser aceita. O PSDB tem um pouco do bovarismo, de precisar ser aceito pelo PT".

Serra usou o leilão do campo petrolífero de Libra para exemplificar sua metáfora e mostrar que o partido não sabe criticar o governo Dilma Rousseff. "Eles fazem um leilão mal feito, como o do campo de Libra. O que faz o PSDB? Sai dizendo: ''olha aí, eles falaram que eram contra a privatização, mas estao fazendo''. Isso dá voto? Nenhum."

No caso do "mercadismo", o ex-governador criticou o discurso programático do PSDB. "Se confunde o fato de que a economia tem que ser mais aberta com a ideia de que o mercado vai resolver tudo." Sobre o regionalismo, o ex-governador disse que esse "instrumento" não pode ser usado em "eventuais lutas internas". Em outro momento, disse que muitos tucanos "trabalham contra o erário", mas não citou nome. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

Matéria 3 - Campos superar Aécio 'Não seria tragédia', diz FHC

Ex-presidente, porém, ressalta acreditar em senador tucano e diz que governador precisa 'se encorpar' para haver 2º turno

09 de novembro de 2013 - Gabriel Manzano, de O Estado de S.Paulo

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse ontem que "não será nenhuma tragédia" se, nas eleições presidenciais do ano que vem, o PSB tomar o lugar do PSDB na disputa de um eventual segundo turno com a presidente Dilma Rousseff, hoje a grande favorita da disputa. "Não acredito nessa possibilidade, mas se ela ocorrer não será nenhuma tragédia", afirmou FHC. "O que eu acho é que temos de ter alternância no poder. O PT está há muito tempo no poder".

FHC advertiu, no entanto, que o governador Eduardo Campos, provável nome do PSB para 2014, "tem que encorpar", porque "se ele não encorpar, não teremos segundo turno". A avaliação foi feita em entrevista ao blog do jornalista Kennedy Alencar.

O ex-presidente deixou claro, na conversa, que não acredita nessa possibilidade - a de o provável candidato tucano, Aécio Neves, vir a ser superado nas urnas pelo governador pernambucano. Em seu entender, Aécio "tem mais condições, porque a organização do PSDB é maior". Mencionou, então, os Estados de São Paulo, Minas, Paraná, que têm um grande eleitorado, e o Pará. "O Aécio tem um enorme apoio em Minas, enquanto o Eduardo só tem Pernambuco", completou. No cenário eleitoral por ele traçado, o apoio da ex-senadora Marina Silva "vai ajudar, e é bom que ajude mesmo" a fortalecer a candidatura de Campos. Mas o que ele preferia mesmo, segundo observou, era que houvesse quatro candidatos fortes na disputa - ou seja, que Marina tivesse conseguido registrar a sua Rede Sustentabilidade. "Tinha que ter quatro candidatos. Agora é mais complicado".

Renovação. 

FHC justificou sua decisão de apoiar o nome de Aécio - e não o do ex-governador José Serra - pela necessidade de renovação. "Há um momento em que é preciso renovar. O Serra é um quadro muito capaz, votei nele a vida inteira, mas é o momento de Aécio." Recorreu ao exemplo de seu sucessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que depois de lançar Dilma à Presidência indicou Fernando Haddad na disputa pela Prefeitura de São Paulo e agora defende o ministro Alexandre Padilha para disputar o governo paulista. "Hoje há uma fadiga de material, um certo cansaço. O Lula percebeu isso, tentou colocar candidatos novos".

Candidatura. 

Mas Fernando Henrique não defendeu como indispensável o lançamento antecipado da candidatura - uma questão que veio à tona, dentro do PSDB, depois de Serra ter insistido na ideia de se aguardar até março de 2014 para a definição do candidato tucano.

"Na verdade, já estamos em disputa", afirmou o ex-presidente. "Dilma já tem uma agenda de candidato. No cargo, tem uma enorme vantagem e temos que contrabalançar isso o mais cedo possível." Para ele não é preciso "lançar necessariamente a candidatura", mas sim "atuar como candidato". "Não há necessidade de lançamento formal", completou. Provocado pelo entrevistador Alencar a dizer a marca do governo Dilma, falou em "produtivismo", volta ao governo (Ernesto) Geisel: produzir, crescer. Mas não está crescendo. Então a marca é da frustração."

Tapando buraco. 

FHC também descartou a acusação de que haja uma campanha de terror da oposição, do mercado e da mídia quanto à situação fiscal do País. A situação "não está fora do controle", mas há "sinais graves de que (o governo) está perdendo a higidez fiscal". Em resumo, ele entende que o quadro não é "caótico", "mas dá a impressão de que o governo está tapando buraco".

O ex-presidente queixou-se, também, da "falta de generosidade" do ex-presidente Lula, que resiste a admitir ações positivas de seu governo. "Falta um pouquinho de generosidade e reconhecer as coisas", reclamou. "O Lula não consegue".

Matéria 4 - Aécio contraria tucanos de SP ao defender Zona Franca de Manaus

Para possível candidato à Presidência, polo é 'necessária para a região e é fundamental para o desenvolvimento do País'; posicionamento contraria setores produtivos de São Paulo

08 de novembro de 2013 - DÉBORA BERGAMASCO - Agência Estado

Manaus - O possível candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), contrariou nesta sexta-feira, 8, interesses do setores produtivos do Estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do País, e defendeu a prorrogação dos incentivos fiscais para a Zona Franca de Manaus por mais 50 anos, conforme projeto que tramita no Congresso Nacional.   "Existem setores econômicos em São Paulo que têm diferenças de pensamento em relação ao que significa a Zona Franca. Quero dizer, de forma clara e definitiva: a Zona Franca é um patrimônio do Brasil. É necessária para a região e é fundamental para o desenvolvimento do País", afirmou o senador mineiro nesta sexta, durante visita à fábrica da Honda, em Manaus, para deleite da plateia.

O governo federal também se posiciona favorável à renovação dos incentivos para a região, mas está sofrendo pressão de parlamentares do Sudeste. O grupo também quer a extensão do prazo da Lei da Informática mantendo, assim, por mais tempo, os incentivos fiscais na produção de itens eletrônicos em Estados como São Paulo.

Se politicamente os tucanos vão "empatar" com os petistas na defesa desta, que é uma das questões mais caras aos amazonenses, por outro lado, o novo discurso de Aécio ajuda a minimizar a rejeição do PSDB no Amazonas e a tentar livrar a legenda da pecha de defender apenas os interesses dos paulistas. Sempre que mencionado entre políticos locais, inclusive tucanos, o nome do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, provoca caretas. Isso porque ele defendeu, por muito tempo, a extinção dos privilégios oferecidos à região Norte, em uma briga fiscal para tornar São Paulo ainda mais competitivo industrialmente.

Para o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), "Alckmin sempre manteve um discurso provinciano focado no Estado dele. Quem pretende ser presidente do Brasil precisa adotar um discurso nacional, e é isso que o Aécio parece que está fazendo".

Além de defender a menor taxação, Aécio afirmou querer transformar o polo industrial do Amazonas em um centro exportador. Para o senador mineiro, trata-se, também, de uma forma de ajudar a preservar a floresta. "Não há nada mais antiambientalista que a pobreza".

TCU

Aécio também saiu em defesa do Tribunal de Contas da União e culpou a presidente Dilma Rousseff pela paralisação de obras no país. O tribunal recomendou nesta semana a paralisação de obras por suspeitas de corrupção.

"Não é por culpa do TCU que o Brasil se tornou um cemitério de obras inacabadas. É pela falta de planejamento e de capacidade de execução deste governo". Aécio citou a transposição do rio São Francisco, a ferrovia Transnordestina e uma refinaria em Pernambuco como exemplos de fracassos da gestão petista. 

 

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